POR ENQUANTO VIVO
Sensação vazia...
Cadê meus sonhos?
Cadê meus ideais?
Onde está minha vontade?
Para onde foi a esperança?
Se ela morre por último,
Então em mim está agonizando.
E falta pouco pra ceder se não me agarro em seus fios.
Se a agonia me persegue,
O que mais posso fazer?
Quando viver não mais vale a pena
É porque a alma é pequena?
Ou a dor é maior que a ilusão?
Palavras que não comovem,
Rostos na multidão...
Não há companhia, apenas pessoas.
E pessoas também não mais me comovem,
Não compreendem minha angústia,
Apontam meus erros e não me socorrem.
Esquecem meus bons atos,
Reprimem o que sinto,
Transformam-me em algo que não sou.
Não sou o bem nem o mal.
Não amo nem odeio.
Apenas vivo em meio à multidão.
Ainda vivo...
Sensação vazia...
Cadê meus sonhos?
Cadê meus ideais?
Onde está minha vontade?
Para onde foi a esperança?
Se ela morre por último,
Então em mim está agonizando.
E falta pouco pra ceder se não me agarro em seus fios.
Se a agonia me persegue,
O que mais posso fazer?
Quando viver não mais vale a pena
É porque a alma é pequena?
Ou a dor é maior que a ilusão?
Palavras que não comovem,
Rostos na multidão...
Não há companhia, apenas pessoas.
E pessoas também não mais me comovem,
Não compreendem minha angústia,
Apontam meus erros e não me socorrem.
Esquecem meus bons atos,
Reprimem o que sinto,
Transformam-me em algo que não sou.
Não sou o bem nem o mal.
Não amo nem odeio.
Apenas vivo em meio à multidão.
Ainda vivo...

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